"Passa tempo, tempo passa,
enquanto uns pagam pra aprender,
a vida me ensina de graça".
Camila Cota
"Agora não estou mais disposta a te dar o meu mel!"
Nada pronto, como sempre. Nenhuma idéia em mente. Esse post está sendo movido por uma euforia que se debate aqui dentro e implora pra sair, mas não pode, não agora - pela vontade de compartilhar esse sentimento com o mundo. Com o mundo não, mas com algumas "amigas", se é que eu posso ser mais específica.
Vou falar por mim, porque é só o que me cabe, mas queria que a lição ficasse gravada aqui como que para eu nunca mais esquecer e para que, se alguém me ler... sei lá! Quem sou eu pra ensinar qualquer coisa a alguém? Whatever...
Eu já escrevi uma vez sobre o amor-próprio que a mulher deve sentir, só que - como qualquer ser humano - eu falhei nisso por esses dias. Como dizem os mais velhos, me abaixei demais e, por isso, mostrei o fundo. Fiz o que não era de meu costume. Agi de maneira impensada e muitas vezes extremamente sentimental... surpresa para os meus amigos de longa data e para mim, então, nem se fala! Hoje, mais do que nunca, enxerguei exatamente onde está a diferença entre amor próprio e orgulho.
Amor próprio era o que eu devia ter tido desde o começo, e não tive. São decisões pautadas em mim e nos meus sentimentos, bem como em minhas limitações e reconhecimento dos meus próprios valores e princípios. Falhei. Reconheço e, para lhe ser sincera, por um momento eu achei que não havia como voltar atrás. Mas aprendi, mais uma vez... mais uma lição.
Orgulho é a necessidade de se restabelecer a forma antiga de agir e pensar. Analisar o que eu fiz de errado com a minha própria imagem e consciência, e consertar, tentar, ao menos. Foi o que eu fiz hoje. Ainda citando Jorge e Mateus (como no título da postagem), "Hoje eu acordei gostando mais de mim" e não perdi tempo, tracei o itinerário do dia na minha cabeça. E o cumpri. Dito e feito. Ponto pra mim. Nada como o gosto doce davingança justiça!
Enfim, com a alma limpa, a consciência leve e a imagem restabelecida e/ou renovada, posso dormir tranquila.
Com a certeza de que se alguém um dia quiserme humilhar brincar comigo, vai conseguir, porque - graças a Deus - eu sou boa o bastante para acreditar no que as pessoas me dizem. Mas a primeira vez é sempre a última chance e quem ri por último, ri melhor!
Buenas...
Vou falar por mim, porque é só o que me cabe, mas queria que a lição ficasse gravada aqui como que para eu nunca mais esquecer e para que, se alguém me ler... sei lá! Quem sou eu pra ensinar qualquer coisa a alguém? Whatever...
Eu já escrevi uma vez sobre o amor-próprio que a mulher deve sentir, só que - como qualquer ser humano - eu falhei nisso por esses dias. Como dizem os mais velhos, me abaixei demais e, por isso, mostrei o fundo. Fiz o que não era de meu costume. Agi de maneira impensada e muitas vezes extremamente sentimental... surpresa para os meus amigos de longa data e para mim, então, nem se fala! Hoje, mais do que nunca, enxerguei exatamente onde está a diferença entre amor próprio e orgulho.
Amor próprio era o que eu devia ter tido desde o começo, e não tive. São decisões pautadas em mim e nos meus sentimentos, bem como em minhas limitações e reconhecimento dos meus próprios valores e princípios. Falhei. Reconheço e, para lhe ser sincera, por um momento eu achei que não havia como voltar atrás. Mas aprendi, mais uma vez... mais uma lição.
Orgulho é a necessidade de se restabelecer a forma antiga de agir e pensar. Analisar o que eu fiz de errado com a minha própria imagem e consciência, e consertar, tentar, ao menos. Foi o que eu fiz hoje. Ainda citando Jorge e Mateus (como no título da postagem), "Hoje eu acordei gostando mais de mim" e não perdi tempo, tracei o itinerário do dia na minha cabeça. E o cumpri. Dito e feito. Ponto pra mim. Nada como o gosto doce da
Enfim, com a alma limpa, a consciência leve e a imagem restabelecida e/ou renovada, posso dormir tranquila.
Com a certeza de que se alguém um dia quiser
Buenas...
A um amigo
São 04:22h am. To deitada somente há 20 minutos e o sono me incomoda, mas a minha mente não para de pensar em você. Infelizmente, hoje pensa com tristeza e não, não me refiro ao Pedro.
Você vive como se não precisasse de mim, dos seus pais, irmãos, avós... mas precisa! E como precisa! Sente-se auto-suficiente e bom o bastante pra me lembrar de ser humilde enquanto brinco com as minhas 'qualidades'. Tenho vontade de lhe dizer que ser humilde transcende a esfera de saber receber um elogio e atinge um nível complicadíssimo onde a gente se reconhece fraco, só e dependente de quem amamos, embora ainda assim, continuemos apaixonados por nós mesmos.
Já lhe perguntei o destino de todo carinho que lhe dedico e você sorriu. Não soube me responder. Fiz a pergunta porque sempre imagino as pessoas como espelhos refletindo aquilo que as mostramos. Com você é diferente e isso me corta o coração. Mas isso não me faz mal só porque gostaria de ter o seu carinho e, sim, porque sei que a vida um dia vai lhe ensinar a não ter medo de amar e de parecer ridículo cada vez que a oportunidade surgir - e talvez o faça da pior forma. Já disse uma vez nesse blog, e preciso repetir: falo o que sinto enquanto posso para não sofrer a dor do amor mudo que dói no coração, no corpo, na alma e, principalmente, na consciência.
Enquanto eu tiver oportunidade, vou lhe dizer que sou sua fã e que te apóio em todas as suas decisões. Que você pode contar comigo em sua vida, ainda que nem sempre eu seja a sua primeira opção. Que o que eu puder fazer pra te ver feliz, eu farei. Que se doer em você, vai doer em mim e que se doer só em mim, eu aguento numa boa, por você.
Estranho porque a sua presença me faz bem e eu gosto muito dela, mas há tanto em você que precisa mudar! Eu queria te fazer entender que falo sério, não é por mim, mas por você mesmo. Você tem sonhos, mas não tem dedicação para persegui-los. Você tem valores, os espera dos outros, mas não os pratica muitas vezes. Você tem amigos e amores, mas não lhes dá o amor e carinho que, você sabe, eles merecem. Você é romântico e gosta de dengo, mas fala palavrões numa escala diretamente proporcional ao que você sente de bom pela pessoa a quem você se refere. Se a minha mãe soubesse disso ia lhe dizer com certeza:
- "Você só quer venha nós, vosso reino, nada!"
Ela tá certa. Mas então, porque me sinto tão presa a você? Eu queria te ajudar a enxergar tudo isso e já tentei, mas sinto que não fui clara o suficiente. Enquanto penso na solução lembro dos momentos em que estamos sozinhos e você se revela uma criança mimada que quer toda atenção do mundo só pra si, e a tem, mas ainda reclama, diz que está carente. Reconhece que já errou num passado bem próximo e consegue enumerar os erros e até promete não repetir, sabe como dói, mas falha comigo a cada dia, da mesma forma. Você sabe que não tenho paciência e eu reconheço o seu esforço em melhorar, mas ainda não tá bom. Você "ainda não chegou lá" (Ouvi essa expressão de uma amiga e gostei!).
Eu tenho todo amor que você precisar pra te ajudar a melhorar, reconheço que não sou perfeita e que preciso de você e das pessoas que eu amo e que me amam pra me tornar cada vez melhor, por isso dou a elas todos os dias, todo minuto, o valor que merecem. Realmente o merecem! Não perca a oportunidade de me dar o que você tem aí guardado pra mim... Dê-me hoje, enquanto eu posso receber, e serei grata para sempre porque - ainda que eu seja uma pessoa assumidamente dependente de quem eu amo - preciso ser amada também.
Pedro
Sinto falta do meu melhor amigo. Todas as noites, às 10h, mais ou menos, ele costumava me ligar e quando eu perguntava o porquê, ele me dizia que o corpo dele havia mandado. Que queria escutar minha voz. Sinto falta do meu melhor amigo. Do cheiro do perfume dele, da forma como ele sempre me convencia a ficar mais uma hora conversando no celular. Quando você ama alguém, como eu o amo, ele é parte de você. É como se nós estivéssemos ligados por um elo invisível e não importa o quão distante estávamos, eu sempre podia senti-lo. E agora, sempre que alcanço esse elo, sei que não há ninguém do outro lado e sinto como se estivesse caindo do nada. Então eu me lembro do Pedro. Lembro de uma vida sem inimigos, sem ressentimentos, sem arrependimentos e me inspiro a sair da cama e continuar. Sinto muita falta do meu melhor amigo. Parece um pedaço de mim que foi arrancado. Apenas mais uma vez, quero abraçá-lo. Mais dez segundos, é pedir muito? Mais dez segundos para abraçá-lo? Mas eu não posso...e não poderei. E a única coisa que me impede de ser consumida pela tristeza, é que o Pedro me mataria se o fizesse. Então, por ora, só sentirei sua falta.
Eu amo você, Parcinha.
(Trecho do 21º episódio da segunda temporada de GLEE, adaptado.)
'"E se você partisse amanhã..."
Quando a gente sobrevive a uma perda realmente significante, a gente passa a enxergar a vida com uma fragilidade ímpar e por isso começa a ter um zelo e um cuidado (que se confundem com medo) que nos faz viver de uma maneira extremamente diferente de antes. Hoje em dia eu enxergo a vida como se ela viesse embalada pra cada um de nós naquelas caixas de papelão onde há escrito "CUIDADO/FRÁGIL" nos quatro lados.
Antes de perder meu Parcinha, Deus já tinha me mostrado alguns exemplos dessa fragilidade, mas a gente sempre vive achando que nada nos atinge. Nós enxergamos o sofrimento dos nossos amigos e sentimos muito por eles e em pouco tempo esquecemos daquilo. Não aprendemos nada, nenhuma lição. E isso é perigoso, no mínimo.
Perder o Pedro foi um ultimato pra mim. É como se Deus me dissesse bem firme e claro: "Agora você vai aprender!". E eu aprendi. Pensando nessa lição eu criei um jogo que hoje eu denomino Jogo do "E se você partisse amanhã...", acho que o nome já diz tudo.
Desde o dia 12 de dezembro passado, eu enxergo nas pessoas que eu amo uma fragilidade tão grande que é impossível não me questionar (sempre): "E se você partisse amanhã?"
Não importa quantas vezes eu olhar para essas pessoas, é visível demais que é tão grande a possibilidade de perdê-la amanhã. Eu não consigo mais me controlar, nem posso, nem quero. Preciso dizer o que eu penso, o que eu sinto, o que eu tenho vontade. Não quero correr o risco de ficar engasgada. De sofrer a dor do arrependimento.
Graças a Deus eu tive a coragem de jogar esse jogo com o meu melhor amigo enquanto ele esteve comigo (e ele jogou comigo de volta) e isso me faz feliz o suficiente pra sentir saudade da amizade dele sabendo que, se ele voltasse pra mim, não haveria nada que eu pudesse dizer que ele já não soubesse.
Enfim, se você teve a oportunidade de ler esse post, não desconsidere a mensagem, é realmente importante. É um dos jogos mais difíceis que eu jogo permanentemente em minha vida, mas é útil e deveras necessário o exercício dele. Resolve os problemas antigos e evita novos. Pratique!
Ps: (Quem sabe outro dia, se eu sentir necessidade, eu explique e fale sobre como comecei a jogar outro jogo... o do "Contente"!)
Antes de perder meu Parcinha, Deus já tinha me mostrado alguns exemplos dessa fragilidade, mas a gente sempre vive achando que nada nos atinge. Nós enxergamos o sofrimento dos nossos amigos e sentimos muito por eles e em pouco tempo esquecemos daquilo. Não aprendemos nada, nenhuma lição. E isso é perigoso, no mínimo.
Perder o Pedro foi um ultimato pra mim. É como se Deus me dissesse bem firme e claro: "Agora você vai aprender!". E eu aprendi. Pensando nessa lição eu criei um jogo que hoje eu denomino Jogo do "E se você partisse amanhã...", acho que o nome já diz tudo.
Desde o dia 12 de dezembro passado, eu enxergo nas pessoas que eu amo uma fragilidade tão grande que é impossível não me questionar (sempre): "E se você partisse amanhã?"
Não importa quantas vezes eu olhar para essas pessoas, é visível demais que é tão grande a possibilidade de perdê-la amanhã. Eu não consigo mais me controlar, nem posso, nem quero. Preciso dizer o que eu penso, o que eu sinto, o que eu tenho vontade. Não quero correr o risco de ficar engasgada. De sofrer a dor do arrependimento.
Graças a Deus eu tive a coragem de jogar esse jogo com o meu melhor amigo enquanto ele esteve comigo (e ele jogou comigo de volta) e isso me faz feliz o suficiente pra sentir saudade da amizade dele sabendo que, se ele voltasse pra mim, não haveria nada que eu pudesse dizer que ele já não soubesse.
Enfim, se você teve a oportunidade de ler esse post, não desconsidere a mensagem, é realmente importante. É um dos jogos mais difíceis que eu jogo permanentemente em minha vida, mas é útil e deveras necessário o exercício dele. Resolve os problemas antigos e evita novos. Pratique!
Ps: (Quem sabe outro dia, se eu sentir necessidade, eu explique e fale sobre como comecei a jogar outro jogo... o do "Contente"!)
A constituição nossa de cada dia
Vez por outra surge, ou melhor, ressurge um debate aparentemente já consumado acerca da Constituição de 1988. Isso porque ainda há quem não se convença de que essa é uma das melhores constituições do globo, embora exista uma parcela de juristas que não a vê como a melhor que o nosso país já redigiu. Os argumentos usados por quem a enxerga com desprezo são muitos, todos plausíveis - e de um radicalismo ímpar.
Todos nós sabemos do contexto histórico e político no qual a Constituição em questão foi escrita e, não sei por qual motivo, não o levamos realmente em consideração quando analisamos seus textos de lei. Por analogia, imagine-se em uma travessia num deserto, quando lhe dão a oportunidade de deleitar-se de um rio de águas limpas e perenes. Você tomaria o suficiente para lhe satisfazer e continuaria seu percurso ou levaria consigo o máximo de água possível para evitar novos períodos de seca?
Quem elaborou a Carta Magna de 1988 fez a segunda opção e com razão já que o país vivia uma verdadeira crise de abstinência de direitos humanos e não podia perder a oportunidade de evitar um novo período de recessão. Por isso, há nos textos de lei vigentes no Brasil, um quê utópico, que anseia por uma igualdade experimentada somente em contos infantis. Mas isso não a desmerece, antes a torna o alvo que deveria nortear os três poderes e a população brasileira.
É verdade que a práxis está deveras longe da teoria, entretanto, o discurso pró-constitucional é feito devidamente. A questão que gera essa disparidade não está no que há no texto lei – ou no que não há nele – mas, na natureza falha e corruptível que possui os responsáveis pela sua aplicação. E isso não é passível de correção ou emenda.
A constituição, em verdade, não nos impede de dar um passo a frente, mas está sempre um passo a frente dos brasileiros porque foi escrita pensando em um judiciário completamente comprometido com a aplicação e extensão da justiça igualitária à todos, um executivo absolutamente honesto e uma sociedade verdadeiramente ativa na luta pela existência e manutenção de seus direitos.
Sozinha na sala do bate-papo.
"Don't worry about a thing, cause every little thing is gonna be alright".
Clichê. É mais ou menos o que eu costumo dizer aos meus amigos, e recomendo porque é nisso que acredito. Vivo sem esquentar muito porque sei que tudo vai dar certo e que a ansiedade é a grande vilã da vida de um homem. Não, de ferro não, tenho um coração bem grande e populoso, embora ainda pouco explorado, como eu disse. Apenas tento ser racional sempre que posso, porque minha cabeça fica acima do meu coração. É difícil, mas eu dou conta. De vez em quando me machuco e quando isso acontece "deixo doer", e daí? Sinal de que estou viva! (Devo comemorar por isso?)
Quem não me conhece, duvida. Tudo bem, é direito de todos e eu não tenho o interesse de me provar pra seu ninguém. Mas quem convive comigo já se acostumou, alguns aprenderam comigo, outros discordam e acham que eu estou perdendo (grandes) oportunidades. É verdade, às vezes eu as perco. Ok, não dá pra ganhar sempre, não é? Ser o perdedor da vez pode nos ensinar algumas coisas que outras situações não ensinariam. Ei! Não sou do tipo que se conforma com qualquer coisa, mas estou mais perto disso do que aquele tipo que não se conforma com nada. Aprendi isso com a vida. Um dia já foi diferente. Mudei. É bom, gente. Mas dói. Essa história de que não custa nada é balela, crescer (lê-se: amadurecer) dói, mas é suportável, é só uma dor-de-crescimento.
Olha só, eu comecei com uma frase que me veio à cabeça e tô escrevendo há 5 minutos sem parar. Um assunto puxa o outro. Interessante esse negócio. É que tá tarde e meu coração sente saudades, mas minha cabeça sabe como deve agir e portanto me faz ter vontade de escrever. Mecanismo de defesa, simples. Os papéis, agora substituídos por esta belezinha chamada notebook, servem mesmo como remédio pra mim... aquele tipo de remédio-cura-de-tudo. Pois é, quê mais?
Algumas vezes na vida nos arrependemos de não ter dito. Outras nos arrependemos de ter ido lá dizer. Digo isso porque sou muito observadora e tento aprender com as experiências alheias. Já vi muitos casos destes e aprendi a pré-sentir (no sentido mais literal da palavra) a forma como as como as coisas vão terminar. Nunca falha, mas as pessoas são teimosas, inclusive eu. Sei que não vai dar, é só uma questão de tempo, mas quando me dou conta já fui. Eu ja tô lá! Menina, te aqueta! Tu num vai parar com isso não?!
Eu sei lá, parece que há aprendizados que ficam eternizados em mim, aquele tipo de coisa que se aprende diante de uma dor tão marcante que aquela experiência é suficiente pra nunca mais esquecer a lição. Mas há também alguns aprendizados que não nascem das dores, mas das cócegas. Daquela sensação a priori desesperadora, sufocante e angustiante que quando acaba te faz rir como criança até doer a barriga e o maxilar, e não se tem medo de repetir simplesmente porque você se dá conta de que cócegas não mata.
É, acho que fiz uma analogia bacana...um dia me chamaram de "rainha das analogias". Nunca vou esquecer disso. E de outras cositas más. Por enquanto, deixe-me ir e qualquer coisa... não pergunte a mim!
Clichê. É mais ou menos o que eu costumo dizer aos meus amigos, e recomendo porque é nisso que acredito. Vivo sem esquentar muito porque sei que tudo vai dar certo e que a ansiedade é a grande vilã da vida de um homem. Não, de ferro não, tenho um coração bem grande e populoso, embora ainda pouco explorado, como eu disse. Apenas tento ser racional sempre que posso, porque minha cabeça fica acima do meu coração. É difícil, mas eu dou conta. De vez em quando me machuco e quando isso acontece "deixo doer", e daí? Sinal de que estou viva! (Devo comemorar por isso?)
Quem não me conhece, duvida. Tudo bem, é direito de todos e eu não tenho o interesse de me provar pra seu ninguém. Mas quem convive comigo já se acostumou, alguns aprenderam comigo, outros discordam e acham que eu estou perdendo (grandes) oportunidades. É verdade, às vezes eu as perco. Ok, não dá pra ganhar sempre, não é? Ser o perdedor da vez pode nos ensinar algumas coisas que outras situações não ensinariam. Ei! Não sou do tipo que se conforma com qualquer coisa, mas estou mais perto disso do que aquele tipo que não se conforma com nada. Aprendi isso com a vida. Um dia já foi diferente. Mudei. É bom, gente. Mas dói. Essa história de que não custa nada é balela, crescer (lê-se: amadurecer) dói, mas é suportável, é só uma dor-de-crescimento.
Olha só, eu comecei com uma frase que me veio à cabeça e tô escrevendo há 5 minutos sem parar. Um assunto puxa o outro. Interessante esse negócio. É que tá tarde e meu coração sente saudades, mas minha cabeça sabe como deve agir e portanto me faz ter vontade de escrever. Mecanismo de defesa, simples. Os papéis, agora substituídos por esta belezinha chamada notebook, servem mesmo como remédio pra mim... aquele tipo de remédio-cura-de-tudo. Pois é, quê mais?
Algumas vezes na vida nos arrependemos de não ter dito. Outras nos arrependemos de ter ido lá dizer. Digo isso porque sou muito observadora e tento aprender com as experiências alheias. Já vi muitos casos destes e aprendi a pré-sentir (no sentido mais literal da palavra) a forma como as como as coisas vão terminar. Nunca falha, mas as pessoas são teimosas, inclusive eu. Sei que não vai dar, é só uma questão de tempo, mas quando me dou conta já fui. Eu ja tô lá! Menina, te aqueta! Tu num vai parar com isso não?!
Eu sei lá, parece que há aprendizados que ficam eternizados em mim, aquele tipo de coisa que se aprende diante de uma dor tão marcante que aquela experiência é suficiente pra nunca mais esquecer a lição. Mas há também alguns aprendizados que não nascem das dores, mas das cócegas. Daquela sensação a priori desesperadora, sufocante e angustiante que quando acaba te faz rir como criança até doer a barriga e o maxilar, e não se tem medo de repetir simplesmente porque você se dá conta de que cócegas não mata.
É, acho que fiz uma analogia bacana...um dia me chamaram de "rainha das analogias". Nunca vou esquecer disso. E de outras cositas más. Por enquanto, deixe-me ir e qualquer coisa... não pergunte a mim!
Do sentimento
Chegou meio que sem avisar, ficou por aqui mesmo. De mansinho, conquistou um lugar que ainda não havia sido explorado e agora faz-se proprietário desse pedacinho de terra. Enquanto se faz presente, me deixa boba. Completamente fora de mim. Acelera o 'tun-tun-tun' do coração e o faz tão alto que, aos 97 anos, uma senhora do outro lado da rua consegue escutá-lo, ao menos é o que parece. Por isso, sinto-me envergonhada. Não, não tenho vergonha do que sinto, mas falar sobre isso é embaraçoso, quase que um TABU, sabe como é?
Interessante, sempre chega como a primeira vez. Há tanto espaço ainda deserto aqui dentro que não conseguem chegar duas vezes ao mesmo lugar, nunca. Não que não seja igualmente (tão) profundo. É simplesmente diferente e, ao mesmo tempo, assustador. Faz com que eu me sinta insegura, mas cheia de certezas. Alegre, embora trema de medo. Plenamente realizada e um pouco confusa. É uma questão simplesmente complexa.
Dia desses pensei com meus botões, como faz pra decidir o futuro disso tudo? Eu não pedi, mas isso existe e está aqui. Quem mandou? Alguém pode me dar explicações? É misterioso o curso que tomou, a fonte da qual nasceu e todo o resto. Ninguém pode me dizer nada porque sentimentos são inexplicáveis e, mais, incontroláveis.
Por isso, rendo-me. Dispo-me das armaduras - tão pesadas - que por muito tempo carreguei sobre mim mesma e corro literalmente pro abraço. Existe o risco de me machucar, eu sei, mas, um dia me disseram que viver já é um grande risco. Aliás, isso de viver foi outra coisa que me impuseram. Enfim, é como diz aquele grande poeta: "É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar pra pensar, na verdade não há..."
Romanos 3: 3b
"A sua incredulidade aniquilará a fidelidade de Deus? De maneira nenhuma; sempre seja Deus verdadeiro, e todo o homem mentiroso!"
Hoje senti necessidade de escrever um pouco sobre o Deus maravilhoso ao qual eu sirvo e louvo com felicidade, não por outro motivo além daquele que me é escancarado todos os dias: Há muitas pessoas que o desejam, mas o ignoram e o desprezam simplesmente porque nunca ouviram falar de como é bom ter a garantia de vida eterna sob os cuidados do Criador.
Então, o público-alvo desta postagem é, como sempre, eu mesma, mas se uma pessoa além de mim lê-la, certamente estarei satisfeita pois "Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei." (Is. 55:11).
Gostaria de esclarecer alguns pontos que confundem as mentes de alguns jovens, crianças e adultos que, ao se depararem com a chance de conhecer verdadeiramente a Jesus, se questionam: Vou perder a minha juventude? Porque crente não bebe? Porque crente odeia Maria e os "Santos"? Porque Deus diz que nos ama, mas nos manda para o inferno se o desobedecermos? Comecemos pela primeira indagação, portanto.
Em verdade, vale a pena dedicar seu tempo a Deus, para louvá-lo e engradecer o Seu nome, porque só Ele merece isso. Ele nos deu vida e entregou seu único filho por nós, para que aqueles que Nele crêem se livrem dos pecados e se tornem santos. Pense na grandeza deste ato e imagine quanto amor há em Deus por nós para que Ele fizesse isso! Além disso, a vida em Jesus Cristo é muito melhor do que aquela vivida longe de seus olhos. Experimente!
A problemática da maioria dos jovens também surge com relação a bebida. Muitos dizem que a Igreja Evangélica proíbe os fieis de beber, mas a realidade é que a Igreja Evangélica tão somente coloca em prática o que há na bíblia, diferentemente de algumas outras denominações que ignoram certos escritos. É claro que há evangélicos desobedientes, pois que não são perfeitos, tampouco serão algum dia, mas a intenção desta igreja é realmente o fim da relação bebida/cristão. E porque isso? Bem, temos em 1 Coríntios 6:9 a declaração de que o nosso corpo é templo do Espírito Santo que nele habita. Ou seja, Cristo vive em nós! Seria prudente inundar a morada de Cristo com substâncias entorpecentes que nos tiram de nossas consciências?
Outro motivo criador de contendas é a relação dos evangélicos com Maria e os "santos" do povo, inclusive do mais novo deles, o Papa João Paulo II. Os evangélicos amam Maria! Amam porque ela foi uma mulher de Deus, realmente abençoada. E digo que foi porque já morreu, não há, na bíblia, registro de sua ressurreição, porque ela não se deu. Maria foi somente um ser humano. E a bíblia diz que quando um homem (lê-se: ser humano) morre, cria-se um abismo entre nós e eles, de modo que eles não podem passar para cá e nem nós para lá (Lc: 16, 26.). Da mesma forma se procede com os "santos", estão todos mortos. Em Romanos 5: 17, fica claro, que a salvação vem somente através Jesus Cristo e mais ninguém.
Para fim de conversa, reflitamos sobre a história de Adão e Eva no Jardim do Éden. Bem, aquela criatura recém criada resolveu comer da ÁRVORE DO CONHECIMENTO DO BEM E DO MAL enganada pela serpente e, por isso, foi expulsa do paraíso sabendo discernir entre bem e mal, sabedoria antes inútil pois que viviam no paraíso e lá o mal não os alcançava. Tendo este livre-arbítrio, o homem, milhões de gerações depois, ainda se complica e não entende porque Deus abandona aqueles que pecam contra Ele. Deus nos ama sim, mas nós temos o livre arbítrio para amá-lo antes de tudo. Deus não precisa do meu amor, porque o meu amor é humano, imperfeito, antes eu preciso do amor perfeito e supremo de Cristo para minha misericórdia. Deus não nos castiga, Deus nos ensina sempre. Nos alerta da maneira que puder para a magnitude da sua bondade, mas é infinitamente educado como mostra Apocalipse 3:20: "Eis que estou à porta e bato, se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo." Deus não nos força a aceitá-lo. Por isso, há quem se salve e há quem morra sem a Sua graça e misericórdia. Não poderão um dia estes alegar ignorância, pois graças a Deus, há quem pregue e fale das maravilhas de Deus para quem quer ouvir. Você está ouvindo? Abra a porta da sua casa para que Ele entre e ceie contigo!
"Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do SENHOR nosso Deus. Uns encurvam-se e caem, mas nós nos levantamos e estamos de pé." Sl 20: 7, 8.
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